| Paloma, que foi minha aluna no ProJovem |
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| Movimentação jovem no palco |
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| Os meninos em cena, vistos por nós das coxias |
| O público |
| Cia da Insônia e Los Nachos em debate |
| Anna e Nádia, falando da idéia por trás da peça |
| Paloma, que foi minha aluna no ProJovem |
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| Movimentação jovem no palco |
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| Os meninos em cena, vistos por nós das coxias |
| O público |
| Cia da Insônia e Los Nachos em debate |
| Anna e Nádia, falando da idéia por trás da peça |
Em Abril, finalmente saiu o tão esperado fomento do Primeiro Edital do Fundo Municipal de Cultura, e pudemos finalmente começar a trabalhar com a Thaíse Nardim no espetáculo que viria a ser Jogos de Assoprar, na sala de ensaios do Janela Aberta.
Ensaios no Janela Aberta.
Foto: Guilherme Andere
Estreamos em junho, em pleno dia dos namorados, em um teatro municipal com ingressos disputadíssimos ! E ainda pudemos caraminholar um pouco sobre Dramaturgia Contemporânea, com os colegas de outros grupos, durante a palestra ministrada pela diretora Thaíse Nardim.
Bastidores da estréia no Municipal, em junho.
Ainda por cima, nos apresentamos no SESI Vila Leopoldina em São Paulo ! Primeira viagem do Grupo.
Nos preparando para entrar em cena no SESI, em dia de Jogo do Brasil !
Foto: Yasmin Bidim.
Estivemos também na Reinauguração do Instituto Cultural Janela Aberta, participando de uma grande celebração, com nossos parceiros Wendy, Cobra e Jonatan!
Fazendo um trecho de Jogos de Assoprar no quintal do novo Janela Aberta.
Voltamos ao Festival Universitário Macaco em agosto , onde o grupo havia estreado lá em 2008!
Público do Macaco.
Foto: Maurício Zattoni
Estivemos na sede dos colegas do Preto no Branco em novembro, durante o evento SANQUACARA.
Cena de Jogos de Assoprar. Foto: Murilo de Paula.
Fechamos muito bem o ano em dezembro nos apresentando no Útero de Vênus – Sede da Boa Cia e Ponto de Cultura, em Barão Geraldo – Campinas.
Em cena na Boa Cia.
Foto: Tati Mayumi



Onde ? Salão Cultural do Caaso – Campus da USP São Carlos.
Entrada Franca. Confira toda a programação do Macaco, que acontece de 17 a 26 de setembro: http://macacaaso.blogspot.com
Muitas vezes é necessária a presença do outro para que a gente reconheça nossas potencialidades locais. A visita de Cláudia Schulz, do Macondo Coletivo, da longinqua terra de Santa Maria - RS, representando o Palco Fora Do Eixo, trouxe novas inquietações para somarmos à nossa maneira de trabalhar, que está em constante construção. O ponto fora do eixo que recebeu a Cláudia foi o Massa Coletiva.
No dia seguinte, quinta, a maioria das pessoas presentes no teatro se reuniu na sede do Grupo Preto no Branco, ás nove da manhã, para a construção do Dito, nosso primeiro refletor confeccionado com latas de tinta. E também um manual passo a passo, com desenhos, de como fazer. À tarde, voltamos ao Teatro Municipal para uma importantíssima aula de iluminação (de verdade, na prática, vendo de perto os equipamentos) ministrada pela Cláudia e pelo Ernesto, técnico do Teatro Municipal, que olha só: sempre esteve lá, ao nosso dispor ! Se tivéssemos tido essa idéia antes, teríamos passado menos perrengues nas montagens dos grupos!
Precisou vir de tão longe a Cláudia para começarmos a estabelecer um diálogo com o Massa Coletiva, quase nosso vizinho de tão perto. No primeiro encontro, a conversa começou com Carol Tokuyo, do Massa Coletiva, nos explicando o porquê da escolha por um trabalho colaborativo, e como ele funciona. É quase uma ironia que alguém de fora do teatro venha nos explicar isso, uma característica inerente ao processo teatral, ainda mais para nós, que ousamos nos dizer “teatro de grupo”. Mas sim: foi esclarecedor !
A receita é simples: fermentar seu próprio grupo, fermentar os grupos locais, fermentar-se em rede nacional (roubando uma expressão inventada pela minha amiga e colega de palco Nádia Stevanato). Fermentar seu próprio grupo já é difícil quando não se tem suporte, quando o fomento ainda está engatinhando, quando o mercado não existe. É nossa maior dificuldade e maior reclamação. Mas uma coisa não acontece sem a outra: sem se conhecer, sem a troca entre as pessoas interessadas no teatro, ficando fechados num pequeno grupo, aí é que não se cresce, nem um pouquinho.
Para os grupos, fica a tarefa de articular uma nova ação do Palco Fora do Eixo na cidade, ainda mais estando tão perto de outros coletivos como Enxame (Bauru) e Colméia (Araraquara).
Não pode piscar mesmo, galera !
Fotos: o grupo.